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Wall Street - o dinheiro nunca dorme

  • por Adriana Verlangieri Ferreira Mendes
  • 16 de nov. de 2015
  • 1 min de leitura

O filme WALL STREET - O DINHEIRO NUNCA DORME (dir. Oliver Sotne, 2010), assim como os filmes anteriores que trouxeram a realidade do capitalismo americano, e que com a globalização se estende ao mundo todo, traz a perda do sentido do dinheiro. O dinheiro perde o sentido, a finalidade: moeda de troca, troca por qualidade de vida, saúde, educação, lazer e outras necessidades humanas, para existir apenas para poucos com o sentido da aquisição desenfreada do supérfluo adquirido para preencher vazios existenciais impreenchíveis, assim como também, e principalmente, especular para competir e destruir.


Esse frenesi em que as pessoas se inserem faz com que se percam de si mesmas, dos seus valores mais nobres e se deixem comandar pela ambição do poder.


O protagonista representa o protótipo dos jovens deste mundo capitalista globalizado, que se corrompem em troca do poder do dinheiro com a finalidade única de competir, destruir os adversários para num círculo vicioso voltar novamente ao dinheiro e ao poder. Isso aparece quando o jovem protagonista aceita arriscar a honestidade e bons sentimentos da sua relação em troca da possibilidade de poder, para ser possível a vingança, não tendo limites para tal intento.


 
 
 

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